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ACAS

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Associação Católica Adoremos o Senhor

Seja-bem vindo a nossa comunidade

Sobre nós

ACAS – Associação Católica Adoremos o Senhor é uma associação de cristãos da Igreja Católica Apostólica Romana, vinculada à Arquidiocese de Belém do Pará. Com raízes fincadas em setembro de 1998, quando nasceu com o nome de Associação Convívio da Juventude, a ACAS recebeu sua identidade atual e sua bênção oficial em 15 de outubro de 2003, pelas mãos de Dom Vicente Joaquim Zico, arcebispo de Belém.

Ao longo desses anos de história, acolhemos jovens, famílias e pessoas de todas as idades que buscam um encontro verdadeiro com Cristo vivo na Eucaristia. Nascemos do desejo de adorar o Senhor e de anunciar, com vida e palavra, o amor extraordinário que brota do Santíssimo Sacramento.

Hoje, nossa associação se encontra no coração de Belém, na Rua dos Mundurucus, 3630.

Formação

OS TÍTULOS MARIANOS

• Por que Maria tem tantos nomes?

Você já se pegou pensando se Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora de Fátima são pessoas diferentes? Ou talvez já tenha ouvido alguém dizer que tem mais devoção a uma do que a outra, como se fossem pessoas distintas? Para começarmos nossa conversa, precisamos deixar algo bem claro: Maria é única. Seja no Brasil, em Portugal, no México ou na França, quando dizemos "Nossa Senhora", estamos nos referindo à mesmíssima pessoa: Maria de Nazaré, a mãe de Jesus. O que muda é apenas a forma como a chamamos, o que a Igreja denomina como Títulos Marianos.

• Uma Mãe, muitos nomes

Para entender melhor sobre os títulos marianos, você pode imaginar uma mãe de família. Para o seu filho, ela é "mamãe". Para o seu marido, ela é "esposa". Para os seus alunos, ela é a "professora". No trabalho, ela usa um uniforme; em casa, uma roupa confortável; em uma festa, um vestido elegante. As roupas e os nomes mudam conforme o lugar e a situação, mas a pessoa debaixo do traje continua sendo exatamente a mesma. Com Maria acontece algo semelhante. No alto da Cruz, Jesus nos entregou o Seu bem mais precioso: "Mulher, eis aí o teu filho... Eis aí a tua mãe" (Jo 19, 26-27). A partir dali, ela assumiu a maternidade de toda a humanidade. Para se aproximar de seus filhos ao redor do mundo, ela se apresenta de formas que geram identificação e pertencimento, refletindo muitas vezes as características do povo local.

Esses títulos são formas carinhosas de nos referirmos a ela e são classificados pela Igreja em três tipos principais:
  1. Títulos Geográficos:

    Estão ligados ao lugar onde Maria apareceu ou onde sua devoção se consolidou. É Maria "falando a língua" de seus filhos em cada canto do mundo.

    • Exemplo:Nossa Senhora de Guadalupe, que no México se manifestou com traços indígenas ao jovem Juan Diego; e Nossa Senhora de Fátima, que em Portugal trouxe mensagens de oração e conversão aos três pastorinhos.
  2. Títulos de Devoção:

    Esses títulos nascem da fé popular e de experiências específicas de intercessão. Eles celebram uma virtude de Maria ou um auxílio que ela prestou em um momento de aflição.

    • Exemplo:Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil, cuja imagem foi encontrada nas águas e se tornou símbolo de esperança para o nosso povo; e Nossa Senhora das Graças, associada à promessa de auxílio àqueles que pedem sua intercessão com confiança.
  3. Títulos Dogmáticos:

    Estes são os títulos mais profundos, pois derivam dos Dogmas Marianos— verdades de fé definitivas proclamadas pela Igreja sobre o papel de Maria na história da Salvação. São eles:

    • Maria, Mãe de Deus (Theotokos): Definido no Concílio de Éfeso (431), este dogma afirma que Maria não gerou apenas a humanidade de Jesus, mas a Pessoa de Jesus, que é verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Se Jesus é Deus, Maria é Mãe de Deus.
    • Sempre Virgem Maria: É a verdade de que Maria permaneceu virgem antes, durante e depois do parto. Este dogma fundamenta a entrega total e exclusiva de Maria ao projeto de Deus, sendo ela o modelo da própria Igreja, que se consagra inteiramente ao seu Senhor.
    • Imaculada Conceição: Proclamado em 1854, ensina que Maria foi preservada da mancha do pecado original desde o primeiro instante de sua concepção. Deus a preparou como um tabernáculo digno e puro para receber o Seu Filho, antecipando nela a graça da redenção.
    • Assunção de Maria: Proclamado em 1950, declara que, ao fim de sua vida terrena, Maria foi elevada de corpo e alma à glória do Céu. Como ela não possuía pecado, seu corpo não conheceu a corrupção da morte, antecipando a ressurreição que todos nós esperamos.
    • O olhar que aponta para o Filho
    • Agora, fica fácil entender por que Nossa Senhora das Graças é a mesma pessoa que Nossa Senhora de Nazaré ou de Guadalupe. São apenas olhares diferentes para a mesma face materna. Maria não guarda nenhum título para si; ela é como um espelho que reflete a luz de Jesus.

      Como nos ensina o Catecismo da Igreja Católica:

      "Seu papel em relação à Igreja e a toda a humanidade vai ainda mais longe. De modo inteiramente singular, pela obediência, fé, esperança e ardente caridade, ela cooperou na obra do Salvador para a restauração da vida sobrenatural das almas. Por este motivo, ela se tornou para nós mãe na ordem da graça." (CIC 968)

      Independentemente da devoção que toca mais forte o seu coração, todos esses títulos são janelas para a mesma realidade: a presença materna de Maria. Ela é a Mãe de Deus e nossa, que sob diversos nomes, aponta para uma única direção: o Cristo, nosso Senhor.

Grupos de serviço

liturgia

Liturgia

A liturgia não é apenas um conjunto de ritos e cerimônias. Ela é a oração oficial da Igreja, o espaço sagrado onde a comunidade se encontra com o Deus vivo e, ao mesmo tempo, se reconhece como Povo de Deus. Numa comunidade como a ACAS, a liturgia ocupa um lugar central: é o solo fértil de onde brotam todos os ministérios, o encontro e o envio.

Quando nos reunimos para adorar, celebrar ou louvar, não estamos praticando um costume cultural — estamos participando de uma ação divina que transcende o tempo e o espaço. A liturgia nos une ao sacrifício de Cristo, nos alimenta com Sua Palavra e Seu Corpo, e nos manda de volta ao mundo como testemunhas do Amor.

Para que essa experiência seja verdadeira, bela e transformadora, cada ministério tem uma função insubstituível. A comunicação que prepara e anuncia, a música que eleva o coração, a formação que aprofunda a fé — todos são braços do mesmo Corpo, servindo a uma única missão litúrgica.

Grupo de Música

O grupo de músicas eleva o que as palavras não alcançam. O canto litúrgico não é um ornamento: é parte essencial da celebração, que conduz a alma à contemplação.

São Pedro Julião Eymard ensinava que a música na adoração deve criar silêncio interior — um silêncio habitado por Deus.

Grupo de Música
Ascom

Ascom

A ASCOM é a voz e o rosto da comunidade no mundo. Seu serviço começa muito antes de qualquer celebração e continua muito depois dela.

No contexto litúrgico, a comunicação prepara corações: convoca, informa, contextualiza e evangeliza por meio de todos os canais disponíveis.

Grupo de Formação

A formação garante que a liturgia não seja apenas frequentada, mas compreendida e vivida. O fiel formado participa com consciência, fé e fruto.

Sem formação, a liturgia corre o risco de tornar-se hábito vazio. Com ela, cada gesto e palavra se ilumina com sentido eterno.

grupo de formacao